Obra Missionária Chamada da Meia-Noite

Neste site você encontrará material de cunho apologético e escatológico de qualidade. Foto ilustrativa do 14º Congresso.

Blog A CERTEZA DA ESPERANÇA do Pr Omar Nascimento

Para quem não quer se conformar com o presente século, deixo aqui a dica. Um blog com excelente material! Audio, Video e Texto. Vale a pena conferir.

Blog VAMOS PENSAR? do Pr Claudio Britto

Se após ler um bom texto, você sempre fica tentado a promover um debate salutar, clique aqui.

Antigo Blog deste Editor

Existem várias postagens que valem a pena uma lida. Citações, Reflexões, Vídeos e muito mais. Aviso aos antigos leitores: Este blog dará continuidade por intermédio do Blog Contraste.

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sexta-feira, 29 de junho de 2012

Ilustração - Anúncio que regozija a alma

"Num acampamento missionário em Mindanau, nas Filipinas, fui escalado para uma missão evangelística, pela primeira vez em minha vida. Foi com um pro-fundo sentimento de alegria e gratidão que ajudei uma pessoa a aproximar-se de Deus. 
Voltando ao acampamento, um sentimento de tristeza invadiu-me a alma e empanou a alegria que eu sentira, porque lembrei-me que alguns dos meus familiares na Ilha de Luzón estavam também esperando por alguém que lhes trouxesse as Boas Novas da salvação. Só então compreendi que não podemos ser verdadeiros seguidores de Cristo e ter gozo completo, a menos que falemos a outros a respeito dEle. 
Nós, que somos membros da Igreja, não podemos encher-nos do amor de Deus e sentir a alegria da sua presença, sem reconhecer que temos a responsabilidade de anunciar Cristo àqueles que ainda não o conhecem. Como André, não podemos contentar-nos em apenas conhecer Cristo. Quando Ele vive em nós, procuramos apresentá-lo também a outros. 
 Assim a Igreja está sempre em atividade na sua missão mundial de levar aos outros o conhecimento de Deus e da sua obra de salvação."
 J. Price

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Citação - Thomas Merton

O amor busca apenas uma coisa: o bem do ser amado. Ele deixa todos os outros elementos secundários por conta de si mesmos. 
Thomas Merton

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Ilustração - Peregrino

Há mais realidade expressa na frase "caminhando em círculos" do que imagina-mos. Nas desoladas paragens do Ártico, onde terra e céu parecem confundir-se num só, o viajante precisa reconhecer os marcos, tais como regatos e valados. Geralmente precisa cavar fundo para ver se está sobre a terra ou gelo do mar. Se ele se descontrolar, perder-se-á ou chegará ao mesmo ponto de partida. 
A vida para muitos é meramente um "andar em círculos". Porém para qualquer um de nós, Jesus torna-se o caminho, quando lhe concedemos o lugar certo no coração. Ele é também a luz, o pão e a água da vida. E um companheiro que promete: "Estou convosco sempre'. Que mais pode desejar um peregrino solitário, com todas essas garantias? Certamente não estamos sós. 
 Percy lpalook (Alaska, E.U.A.)

segunda-feira, 18 de junho de 2012

domingo, 17 de junho de 2012

Onde parou a aspiração do corpo de Cristo?

“Agora me regozijo no meio dos meus sofrimentos por vós, e cumpro na minha carne o que resta das aflições de Cristo, por amor do seu corpo, que é a Igreja; da qual fui constituído ministro segundo a dispensação de Deus, que me foi concedida para convosco, a fim de cumprir a palavra de Deus, o ministério que esteve oculto dos séculos, e das gerações; mas agora foi manifesto aos seus santos, a quem Deus quis fazer conhecer quais são as riquezas da glória deste ministério entre os gentios, que é Cristo em vós, a esperança da glória; o qual nós anunciamos, admoestando a todo homem, e ensinando a todo homem em toda a sabedoria, para que apresentemos todo homem perfeito em Cristo; para isso também trabalho, lutando segundo a sua eficácia, que opera em mim poderosamente” (Cl 1.24-29).

Trechos da Escritura como este acima, me deixam à refletir sobre o caminho que estamos trilhando no presente século como corpo de Cristo, como discípulos do Senhor, como imitadores do apóstolo Paulo, como ele também era imitador de Cristo. Será que a bússola que usamos para identificar e nortear o nosso caminho continua tão precisa quanto outrora fora, nos tempos apostólicos? 
Paulo é enfático por demais neste texto, explicitando que se alegrava por intermédio dos seus próprios sofrimentos em detrimento da causa para a qual tinha sido chamado, cumprir o ministério de anunciar à Cristo. 
O apóstolo fala de sofrimento em detrimento de um bem maior e todos nós sabemos que bem maior é esse, a salvação das almas por intermédio da pregação da palavra. Um amor sacrificial sim, mas não limitado a apenas ao seu próximo mais próximo. Antes, um amor irrestrito ao corpo, a Igreja. Uma entrega total e irresoluta sem remorso, mas com alegria até naquilo que sofre por ela. 
Enquanto Paulo gastou-se por amor a Deus e pelo bem da Igreja, não vejo no presente século a anunciação deste tipo de amor. 
Queremos ser como Paulo, na ousadia, na locução, na inteligência, na sabedoria, na capacidade de persuasão, mas naquilo que ele mais se afadigou, não ansiamos a ser seus imitadores como ele era de Cristo. 
Somos convidados a não sofrer, a obter o melhor desta terra, a esperar por uma intervenção divina para cada um de nossos desejos. Aliás, já foi-se a época que pedíamos só pelas necessidades. 
Somos convidados a aproveitar o melhor desta vida por sermos filhos de Deus. E, alguns, que seguiram por essas veredas, tornaram-se incapazes de encontrar o caminho de volta para o evangelho puro e simples, que dista tanto daquele trilhado pelo apóstolo Paulo, que torna-se uma afronta chama-lo por evangelho. 
Os primeiros cristão buscavam a unidade do Corpo demonstrando o vínculo da perfeição que permeava a unidade da Igreja, o Amor que tinham uns pelos outros. 
Olhemos para as nossas entranhas! Onde está o vínculo? Onde está o amor que permeia o corpo? O que nossa geração é levada a procurar dentro das Igrejas? Será que procuramos pelo amor que une o corpo de Cristo e integra cada membro, a ponto de preocuparmo-nos mais com o próximo do que com nós mesmos? Penso que o anúncio do presente século está a corromper o interior do corpo de Cristo pela inadequada exaltação, da busca pela realização dos nossos desejos pessoais em detrimento das necessidades de meu próximo. 
Tudo parece tão longe do caminho proposto! Éramos para andarmos como peregrinos em terra estrangeira, como embaixadores de Cristo, mas andamos como se fôssemos os próprios governantes e donos da terra na qual pregamos. Penso que a palavra “peregrino” e, ainda, a palavra “embaixador” não admitam a execução do serviço, o ofício, sendo exercido em sua própria terra, mas em outra que lhe é estranha, estrangeira. 
Enfim, para encurtar a reflexão, é díficil entender porque temos olhos mas não vemos, temos ouvidos, mas não ouvimos e sequer nos lembramos das advertências que nos foram pronunciadas, mas as Escrituras parafraseiam o ser humano na sua capacidade de esquecer… 
Que possamos nos lembrar da primeira advertência às Igrejas do Apocalipse: “Lembre-se de onde caiu! Arrependa-se e pratique as obras que praticava no princípio. Se não se arrepender, virei a você e tirarei o seu candelabro do lugar dele” (Ap 2.5).
Escrito por Ricardo Inacio Dondoni

O templo reconstruído de apocalipse 11

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Trecho da palestra proferida por Meno Kalisher

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Ilustração - Amparo

Aprecia-se mais ainda a comunhão em épocas de solidão. Durante a Segunda Guerra Mundial, quando a linha de frente moveu-se um pouco para a direção ocidental, retornei a Varsóvia. Estava em completa ruína. Ao contemplar a confusão reinante e os edifícios em ruínas, meu coração quase se despedaçou. Senti-me só, terrivelmente só. 
Doeu-me ver as ruínas do templo da Igreja Batista. Logo descobri que da florescente comunidade de nossa igreja em Varsóvia não restavam mais do que catorze membros. 
No meio dessa situação triste e aflitiva de nossa igreja, surgiu de repente um lampejo de esperança e alegria. 
Representantes da Aliança Batista Mundial nos visitaram. 
E nos disseram: "Não estais sós. 
Trazemos auxilio para vossa igreja e palavras de encorajamento". Como foram maravilhosas estas palavras, nesse período difícil; e quão esplêndida, a nossa comunhão nessa época. 
 Aleksander Kircun (Polônia)

terça-feira, 12 de junho de 2012

A Comissão da Verdade por Percival Puggina

video

Vale a pena ver o video


"O nosso povo perece por falta de conhecimento. Se metade do Brasil assistisse esse vídeo, certamente não seríamos tão facilmente manipulados como nação. Uma das aulas mais coerentes sobre o assunto e que, obviamente, não circulou na grande imprensa..."

segunda-feira, 11 de junho de 2012

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Ilustração - Segurança

Era noite. Trovões ribombavam e relâmpagos faiscavam no horizonte. Chovia torrencialmente. A casa tremia com a violência do vento e da chuva pesada, que batia de encontro às vidraças. 
No meu leito, um tanto assustada, ouvia eu o rumor da tempestade. Perto de mim, deitado em sua cama, estava meu filhinho de quatro anos, convalescente de coqueluche. Chamou-me atemorizado: 
- Mãezinha, onde estás? 
- Estou aqui, querido - respondi prontamente. Queres alguma coisa? Ele estendeu a mãozinha e tocou-me. Animei os seus dedinhos tenros e ele acrescentou: 
- Nada agora, mãe, porque tu estás aqui. 
Segurando as mãos do meu filhinho enquanto a tempestade rugia, eu pensava comigo mesma como nos sentimos sós nas horas de dificuldades, se não firmamos a fé em nosso Pai celeste. "Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus; não temais". Ele oferece oportunidade para a paz de coração na hora presente, como o tem feito através dos séculos.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Citação - F. F. Bruce

O amor e a obediência a Deus estão de tal maneira entrelaçados um com o outro que a existência de um implica a presença do outro. 
F. F. Bruce

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Ilustração - Conhecimento que trás segurança

A necessidade obrigou-me a ir montado num jumento, por um matagal africano, numa noite. Começou a cair uma leve chuva. Na escuridão total, perdi-me entre os atalhos que se cruzavam. Deixei que o jumento tomasse seu próprio caminho, e ele me conduziu até uma aldeia adormecida. 
Bati à porta da maior cabana. Alguns momentos depois, um velho chefe africano, de barbas e cabelos brancos, surgiu à porta. 
Enquanto trocávamos as primeiras frases, ouvi que atrás da cabana alguém mexia com as galinhas. Então, um menino trouxe um frango e deu-o ao chefe, que por sua vez, deu-o a mim. 
Agradecendo-lhe por aquilo, montei no jumento e preparei-me para ouvir as indicações sobre os caminhos que deveria tomar. O velho chefe tomou, então, as rédeas e disse: "Eu o levarei até lá". 
Na escuridão absoluta, passamos por um pântano, um rio e colinas com matagais. O chefe levou-me ao destino sem errar. Quando falei de sua habilidade impressionante, ele respondeu: "Mas, é meu país".
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