Obra Missionária Chamada da Meia-Noite

Neste site você encontrará material de cunho apologético e escatológico de qualidade. Foto ilustrativa do 14º Congresso.

Blog A CERTEZA DA ESPERANÇA do Pr Omar Nascimento

Para quem não quer se conformar com o presente século, deixo aqui a dica. Um blog com excelente material! Audio, Video e Texto. Vale a pena conferir.

Blog VAMOS PENSAR? do Pr Claudio Britto

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Antigo Blog deste Editor

Existem várias postagens que valem a pena uma lida. Citações, Reflexões, Vídeos e muito mais. Aviso aos antigos leitores: Este blog dará continuidade por intermédio do Blog Contraste.

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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Citação - J. C. Ryle

De todas as coisas que nos irão surpreender na manhã da ressurreição, esta, creio eu, é a que mais causará surpresa: que amamos tão pouco a Cristo durante nossa vida. 
J. C. Ryle

sábado, 26 de maio de 2012

O véu rasgou, o caminho abriu, tudo consumado está

Nada há de mais extraordinário no evangelho, do que a resposta divina ao problema do pecado humano. 
É maravilhoso verificar que desde Gênesis à Apocalipse a resposta divina permanece a mesma e, por isso, digna de confiança: O homem é incapaz de resolver o problema do pecado! 
Já em Adão, verificamos que no pecado original, a questão levantada por Adão não era sua nudez física, mas algo maior e mais profundo do que conseguia conceber. 
O ato de cozer folhas de figueira, para si e para sua esposa (Gn 3.7), não alterou em nada o fato de Adão sentir-se nu diante de Deus, fato este que pode ser observado durante a narrativa bíblica (Gn 3.10). 
Não era uma nudez física que incomodava Adão, mas algo mais forte e intenso. Adão tenta cobrir-se dos olhos de Deus, ao se vestir com folhas de figueira. No entanto, a narrativa bíblica parece descrever que a solução humana estava longe de ser perfeita, eficiente e eficaz. Nenhuma de suas ações possibilitou a Adão corrigir o problema do pecado. Na realidade, daquele fato em diante, a cada questionamento divino, a resposta humana, limitada e temporal, somente tornava Adão mais culpado diante daquele que é Eterno, fazendo Adão cair em um abismo após o outro, até que, por fim, para fechar o pacote, Adão resolve transferir a responsabilidade pelo erro para sua esposa e o próprio Deus, sendo o resto da história, já, bem conhecida. 
Nenhum homem na face da terra foi capaz de resolver o problema adâmico do pecado. Na realidade, todos nós temos sido bons exemplos e cópias, quase que fieis, da irresponsabilidade de Adão por suas ações. 
De Adão herdamos a dificuldade em assumir nossos erros, falhas, mazelas e pecados, bem como, a inexplicável capacidade ímpar de racionalizar, transferir e justificar nossas ações, quando postos contra a parede. 
O que mudou na natureza humana desde Adão? Nada! Todo homem, descendente de Adão, continua a incorrer nos mesmos erros de seu antecessor. 
Talvez, seja esse o motivo de Deus, diante do primeiro tribunal instaurado na face da terra, ter dito que, não a descendência de Adão, mas sim, a descendência da mulher viria a providenciar o resgate do Homem (Gn 3.15). A referência alude a um descendente que seria diferente de todos os demais homem gerados em Adão. 
A forma como os textos bíblicos se encaixam perfeitamente ainda me deixa maravilhado diante de todo o quadro escriturístico, com mais de 1600 anos de edição, onde Paulo descreve ao Gálatas (Gl 4.4), que finalmente veio àquele que foi esperado desde o princípio da criação, a fim de redimir o homem naquilo que todas as gerações foram incapazes e, por fim, colocar um ponto final na questão do pecado. 
A descrição da incapacidade humana em providenciar sua própria resposta ao problema do pecado é trabalhada ao longo de todos os livros que compõem a Bíblia. Em Isaías, vemos que a misericórdia divina permitiu que o homem ao longo dos tempos, buscasse entender a natureza do problema, mas que o tempo destinado ao homem para que compreendesse sua miserabilidade havia terminado e, que, a ação divina determinada desde Gênesis, deveria se concretizar perante o resultado óbvio de todas as tentativas humanas: “...viu que não havia ajudador algum e maravilhou-se de que não houvesse um intercessor; pelo que o seu próprio braço lhe trouxe a salvação, e a sua própria justiça o susteve…” (Is 59.16). 
Enfim, em Cristo, temos o único homem capaz de quebrar a maldição do pecado. O único que realmente entende o tamanho da ofensa e o preço necessário a ser pago para liquidar a dívida. 
Cristo sai da eternidade e entra na história (no tempo), nos proporcionando aquilo que todos as demais tentativas humanas foram incapazes de fazer: resolver o problema do pecado, liquidar a dívida, tornar-nos aceitáveis perante Deus, proporcionando um novo caminho e esperança para todo aquele que resolver segui-lo. 
Por isso, toda a vez que escuto o trecho do louvor “… o véu  rasgou, o caminho abriu, tudo consumado está…”, faço uma pequena viagem ao longo de todos os textos bíblicos, pois a dimensão da obra feita por Cristo a nosso favor é incomensurável.
Escrito por Ricardo Inacio Dondoni 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Ilustração - Providência

Conta-se a história de um trem de passageiros que, certa noite, fazia sua rota regular a caminho de Londres. Chovera torrencialmente durante todo o dia. Com o cair da noite, intenso nevoeiro descera sobre a estrada de ferro. De repente, o maquinista avistou uma pessoa com os braços abertos em desespero. Ele freou o trem, que rangeu sobre os trilhos e parou. O condutor saiu para investigar o que havia e descobriu que, pouco adiante, uma ponte havia ruído ao peso das águas encapeladas de uma corrente. Procuraram, pois, a pessoa que salvara a vida de tantos passageiros, mas não encontraram ninguém. Foi então que o maquinista, examinando os faróis da máquina, deparou com uma cena estranha. Uma grande mariposa de asas abertas estava morta e colada ao farol. Foi o reflexo da sua agonia que lhe serviu de aviso. Este incidente da mariposa pode ser comparado ao amor de Cristo pela humanidade. 
O reflexo do corpo de Cristo, de braços abertos sobre a cruz do Calvário, tem salvo a vida de milhares de almas, através dos séculos. Seria por mero acaso que tal vespa surgira exatamente no momento oportuno? Sra. J. Hardin Neal (Virgínia, E.U.A.)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Ilustração - Renúncia

Dois fazendeiros viviam lado a lado. Um deles provocou uma contenda, alegando que o limite da propriedade do vizinho estava dois pés adiante. Brigaram por causa disso durante muitos anos, mas não conseguiram uma remarcação da linha divisória. Como isso nunca se deu, eles nunca se reconciliaram.
Finalmente um dos fazendeiros vendeu sua propriedade e mudou-se. O novo proprietário saiu um dia a passeio, para ver se encontrava o vizinho.
E, avistando-o, o antigo morador lhe disse:
- Digo-lhe que a linha divisória do seu terreno está avançada dois pés para o meu lado. Desejo alterá-la.
O novo vizinho respondeu:
- Mudaremos a cerca três pés para o meu lado.
O velho fazendeiro ficou atônito, mas não deu demonstração disso.
- Não - replicou -, eu mudarei a cerca um pé para o meu lado.
Seguindo os ensinamentos de Jesus conseguimos "ornamento por cinza, óleo de gozo por tristeza vestido de louvor por espírito angustiado".

 Pensamento: Como semearmos, assim colheremos.
 Herbert A. Wilson (Michigan, E.U.A.)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Citação - Harry Thompson

Seja amável. Lembre-se de que todos os que você encontra estão enfrentando uma batalha difícil. 
Harry Thompson

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Ilustração - Credencial eterna

"Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros" (Jo 13.35). 
Uma noite chegamos às muralhas da China, depois de terem cerrado o portão. Através do guichê do portão, o guarda pediu-nos nossa carteira de identidade. Logo o portão se abriu e nos foi permitido entrar.
Algum dia chegaremos às muralhas da Cidade Eterna. Que credenciais teremos a apresentar, a fim de que a porta se abra? Será o nosso conhecimento da Bíblia? Nossa certidão de batismo? Nossa carta de membro da Igreja? Uma carta de recomendação do pastor? Ou a ficha de nossa vida diária? 
Jesus nos deu a única resposta. Disse ele: "Nisto conhecerão que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns pelos outros". Eis a prova principal de que fomos redimidos pelo sangue de Jesus Cristo: "amarmos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos". 
 Leo K. Mader

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Citação - Thomas Brooks

Cada interrupção da paz com Deus não é necessariamente uma interrupção da aliança com ele. 
Thomas Brooks

Eliminando a sã doutrina

Já há muito tempo o presente século está eliminando a sã doutrina
Penso que as palavras do Apóstolo Paulo, impressas na carta direcionada a Timóteo, já não descrevem um momento futuro, onde cumprir-se-vos-á a profecia predita. Me parece mais descrever o momento atual, onde cristãos, em sua maioria, já não suportam a sã doutrina; pelo contrário, cercam-se de mestres segundo as suas próprias cobiças. 
Nada há mais atual, relevante e preocupante do que encontrarmos, no presente século, um cenário escatológico que, facilmente, poderia estar se cumprindo em nossos dias. 
É óbvio que já andamos longe do caminho proposto há um bom tempo, pois não fomos comissionados a abrir igrejas, a repartir o Corpo de Cristo em partes que ficam se degladiando. Fomos comissionados a fazer discípulos e não formar igrejas em bandeiras denominacionais, portanto somos levados a conceitos diferentes daqueles que foram propostos. 
Fomos comissionados a nos empenharmos em formar discípulos, nada menos do que isso. E se partirmos da análise da palavra “discípulo” na cultura oriental, teremos algo completamente diferente do que temos aplicado. Algo mais relacionado a uma vida inteira de acompanhamento e formação, do primeiro ao último dia do mestre, sim, mestre, pois este tende a morrer primeiro. Não encontraremos, no comissionamento dos apóstolos, nada similiar a formação fast-food, com enfoque na quantidade em detrimento da qualidade. 
Enquanto a maioria daqueles homens estariam resolutamente decididos a não abandonar a sã doutrina. Em nossos dias, poucos são os que ainda se esforçam por mantê-la. 
Onde temos buscado nossa recompensa? São elas, bençãos espirituais nas regiões celestiais ou bençãos materiais no plano terreno? 
Já lemos há muito tempo as Escrituras de forma a saltar de um versículo para outro, fazendo o texto que, inicialmente, refletia uma mensagem, propor outra, completamente, diferente da ideia inicial. 
Já ignoramos todo tipo de mensagem que contraria nosso modo de viver e que nos obriga a negar a si mesmos, para não ter que voltarmos de onde estamos para o caminho que deveríamos percorrer. 
Hoje, os frutos da carne já são suportados, …, no EUA, já temos até o caso da Igreja onde não entram crianças, tendo em vista que o Pr tem problemas nesta área. 
Enfim, se o objetivo fosse listar tudo aquilo que nos separa da sã doutrina, teria material suficiente para um livro, pois em nossos dias não nos faltam exemplos. Talvez, o maior deles seja a nossa falta de responsabilidade diante das Escrituras. Temos acesso a todos textos escritos de Gênesis à Apocaplise sem, no entanto, possuir a zelosa sede de viver diante do texto compreendido. 
Ainda há, um grande grupo que prefere não compreender nada, alegar desconhecimento e viver a margem do cristianismo, sem no entanto, saber que estão amontoando juízo sobre suas cabeças. 
Temos cristãos que dizem que Jesus era “palestiniano”, que Israel tem que ser varrido do mapa, que Alá é o Deus da Bíblia e dizem tudo isso porque nunca estudaram a Bíblia, sendo incapazes de defender a fé a qual abraçaram. 
Os exemplos supracitados, apenas pincelam algumas linhas diante do quadro todo que Paulo esboça. Vale lembrar qual foi a ordem do Apóstolo diante, do vislumbre, do pior momento da igreja cristã no mundo, quando o sal e a luz já não fossem mais capazes de fazer diferença nenhuma no cenário mundial. 

“Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. Você, porém, seja moderado em tudo, suporte os sofrimentos, faça a obra de um evangelista, cumpra plenamente o seu ministério” (2ª Tm 4.3-5) […] “Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho.E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. Por isso, vigiem! Lembrem-se de que durante três anos jamais cessei de advertir cada um de vocês disso, noite e dia, com lágrimas” (At 20.29-31)

Que possamos voltar ao evangelho, …, anunciando a mensagem que nos foi ordenada, enquanto ainda nos é permitido fazê-lo!

(Isaías 42.4, Marcos 11.18, João 18.19, Atos 5.28, Atos 17.19, Romanos 16.17, 1 Timóteo 1.10, 1 Timóteo 4.6, 2 Timóteo 4.3, Tito 2.1 e 10, 2 João 1.9 e Apocalipse 2:14 e 24)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Ilustração - Aparências

"Não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal" (1 Co 13.5). 
Certa vez, um homem bem intencionado foi à igreja com roupas sujas. Tornando-se notado entre os outros, limpos e bem vestidos, ele disse a alguém que lhe ficava perto, após a reunião: 
- Eis uma coisa que faz o amor cristão: abaixa-nos todos ao mesmo nível. 
- Não, amigo - respondeu o vizinho -, o amor cristão nos eleva ao mesmo nível.
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