Obra Missionária Chamada da Meia-Noite

Neste site você encontrará material de cunho apologético e escatológico de qualidade. Foto ilustrativa do 14º Congresso.

Blog A CERTEZA DA ESPERANÇA do Pr Omar Nascimento

Para quem não quer se conformar com o presente século, deixo aqui a dica. Um blog com excelente material! Audio, Video e Texto. Vale a pena conferir.

Blog VAMOS PENSAR? do Pr Claudio Britto

Se após ler um bom texto, você sempre fica tentado a promover um debate salutar, clique aqui.

Antigo Blog deste Editor

Existem várias postagens que valem a pena uma lida. Citações, Reflexões, Vídeos e muito mais. Aviso aos antigos leitores: Este blog dará continuidade por intermédio do Blog Contraste.

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sexta-feira, 30 de março de 2012

Ilustrações - Objetivo bem definido

A batalha desenvolvia-se áspera e sangrenta. O ímpeto do ataque inimigo era avassalador. Aflito, o capitão apresentou-se ao comandante e gritou: 
- General! E impossível continuar a luta; são muitos os soldados inimigos! Jamais os venceremos! 
- Capitão - respondeu, calma e friamente, o comandante -, não estamos aqui para contar os inimigos e sim para vencê-los; e vamos vencê-los! 
Ossiam Davies

quarta-feira, 28 de março de 2012

Assassinato perfeito

O local mais improvável e do modo mais impensado... 
Segundo a consciência popular, o assassino perfeito executa suas vítimas, sem nunca ser pego. Não há remorso em seus atos. Aliás, não há nada em suas atitudes que lhe permita refletir sobre suas ações.
Sua vítima é conduzida a sentir-se segura e confortável no local onde se encontra. A sensação de segurança atinge seu ápice, quando, finalmente, o golpe decisivo é deferido. Neste momento, nada mais resta! Vista turba, olhos pesados e uma sensação de dormência atingindo cada membro, um após o outro, até que, por fim, cessa-se os movimentos, a respiração e a vida.
De semelhante modo, temos assassinado inúmeras pessoas arrastando-as rumo as paixões do mundo, ao invés de auxilia-las a viver o texto inspirado e bíblico.
Culpados, sim, somos culpados por cada irmão que arrastamos porta adentro das Igrejas. Culpados por conduzi-los para o interior da congregação, deixando-os solitários nos bancos que se encerram dentro do recinto, sentindo-se confortados com a sensação de salvação, do ambiente agradável, mas ao mesmo tempo esquecidos, como que lutando, individualmente, contra as paixões e tentações, sem que alguém se preocupe em conduzi-los ao crescimento cristão.
De tanto lutarem sozinhas contra os revezes da vida, optaram por serem passivos nas pequenas faltas, buscando bloquear as maiores e o tempo torna-se o maior algoz de cada um destes. Eles ouvem a mensagem, mas frutos das inúmeras concessões feitas, justificativas construídas e adaptação da Bíblia à capacidade destes a seguirem, não se apercebem que a cada dia a mensagem menos lhes tocam o coração. Começam a esfriar na fé, no ambiente que é menos provável que ocorra, dentro da Igreja.
No seio do centro de onde os embaixadores de Cristo saem para anunciar a salvação à humanidade, encontram-se homens e mulheres que podem estar agora mesmo em seu ultimo suspiro espiritual a um passo de se tornarem incapazes de se arrependerem. 
Ouvem a mensagem semanalmente, mas estão acostumados aos pequenos erros, falhas, pecados e mazelas que a mensagem já não lhes confronta. Estão amortecidos, novamente como mortos vivos, mas numa situação pior do que a anterior ao evangelho, pois antes andavam como mortos por não conhecer a verdade, no entanto, agora permanecem mortos no ressoar da mensagem, tudo o que ouvem só os arrefece. Quem há de socorrê-los, retirando-os das garras do inferno? Quantos não viram sua fé esfriar ao longo dos anos, sem que ninguém se apercebesse disso? 
Talvez Judas, irmão de Tiago, possa identificar de quem é a responsabilidade por fazer qualquer ação em nome de Cristo! “Tenham compaixão daqueles que duvidam, a outros, salvem, arrebatando-os do fogo; a outros ainda, mostrem misericórdia com temor, odiando até a roupa contaminada pela carne. Àquele que é poderoso para impedi-los de cair e para apresentá-los diante da sua glória sem mácula e com grande alegria, ao único Deus, nosso Salvador, sejam glória, majestade, poder e autoridade, mediante Jesus Cristo, nosso Senhor, antes de todos os tempos, agora e para todo o sempre! Amém”.
Escrito por Ricardo Inacio Dondoni

segunda-feira, 26 de março de 2012

Citação - J. Blanchard

Se a vida é um acidente, não é possível que ela tenha qualquer propósito, pois acidente e propósito excluem-se um ao outro. 
J. Blanchard

sexta-feira, 23 de março de 2012

Ilustrações - Vitória sem armas

Por um período de aproximadamente trezentos anos, no fim do primeiro e começo do segundo milênio do cristianismo, os que se diziam cristãos organizaram as famosas Cruzadas, que fizeram da Palestina um sangrento campo de batalha, com o objetivo, diziam, de libertar o túmulo de Cristo. De fato, um túmulo vazio. O grito que conclamava os guerreiros cristãos, na voz de Pedro Eremita, era: "Deus o quer!" E, por trezentos anos, o ódio cresceu entre maometanos e cristãos. Embora ganhassem algumas batalhas, os "cristãos" perderam a guerra longa e sanguinolenta. Nos dias primitivos foi diferente: com amor, orando pelos inimigos que os matavam na arena do circo romano, os cristãos, em período igual de três séculos, conquistavam o Império Romano - pacificamente, e com amor.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cristo tardará a voltar? Por quê?

Se a Igreja de Cristo não cumprir com sua missão, alguém
cumprirá...
Cristo tardará a voltar? Por quê? Todos nós já estamos cansados de saber que não há homem sob a face da terra que saiba o dia e a hora em que Cristo retornará, quanto mais o momento em que Sua Igreja será arrebatada. No entanto, de modo nenhum, isso é razão para afiançar que seu retorno dar-se-á em algum momento longínquo de nossa própria época. 
Ora, que justificativas as Escrituras nos dão para atrasarmos o retorno de Cristo? Será que nossa geração anda como a geração que Pedro teve que exortar? 

      O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. (2ª Pe 3.9)
O fato da Igreja estar mais preocupada consigo mesma do que com sua missão, não é justificativa para atrasarmos a iminência de um arrebatamento, já que ele viria num momento em que não o aguardaríamos. 
Ainda há aqueles que descansam nos versículos de Mateus 24.14, “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”. No entanto, resta a pergunta: Por que este versículo nós dará alívio quanto a execução tardia dos planos de Deus? Talvez, porque creiamos que a Igreja tenha que pregar o evangelho para todo o mundo, pois existem, povos, tribos, línguas e nações que nunca ouviram a mensagem cristã e como a Igreja está longe de alcançar esta missão, podemos dormir em berço esplêndido. De modo algum, esse raciocínio é aceitável! Primeiro que, em nenhum momento, as Escrituras afirmam que essa missão só poderá ser cumprida pela Igreja com prejuízo direto para o Senhor da obra. 
A responsabilidade de pregar foi passada a Igreja, no entanto, isso não afiança que ela há de conseguir cumprir. Aliás, o versículo 14 de Mateus 24, afirma que depois que o evangelho for pregado, virá o fim. Em nenhum momento, ele afirma que depois que o evangelho for pregado, virá o arrebatamento. Percebe? O versículo deve estar falando de outra coisa. 
Em Apocalipse 14.6, vemos “… outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda nação, e tribo, e língua, e povo…”. Espera aí, não era o ministério da Igreja? Não era para ter um missionário voando, ou apóstolo, ou evangelista, ou qualquer homem que se intitule pregador da palavra?
A nossa desculpa de que tarda o seu retorno é no mínimo equivocada, pois a nossa irresponsabilidade em pregar o evangelho não atrasará os planos de Deus, pois segundo Ap 14.6, um anjo pregará a toda nação, tribo e língua. Ninguém ficou de fora! Aquilo que a Igreja demonstrará ser incapaz de concluir, por irresponsabilidade minha, sua e de outros que não estão lendo esta postagem, será concluída por um anjo e, por fim, cairá a antiga Babilônia, como apocalipse descreve, e virá o fim mencionado em Mt 24.14. 
O que quero dizer com isso? Simples! Não devemos andar desleixados com a obra de Deus, pois anunciar o evangelho a todos os povos, tribos, línguas e nações não é prerrogativa para que ocorra o arrebatamento. Na realidade, o arrebatamento pode acontecer daqui a um mês, 12 anos ou, mesmo, agora enquanto lê este artigo. É uma data que não temos como precisar. Não há nenhum sinal que deva ser evidenciado para que o arrebatamento ocorra, portanto, seríamos mais sábios se agíssemos com mais zelo do que estamos acostumados a agir. O tempo faz com que negligenciemos coisas que no início da caminhada não negligenciávamos, que coloquemos em dúvida aquilo que era indubitável. Cristo tardará a voltar? De modo algum! Pode ser a qualquer instante...
Escrito por Ricardo Inacio Dondoni

segunda-feira, 19 de março de 2012

Citação - Richard Baxter

A morte perde metade de suas armas quando negamos em primeiro lugar os prazeres e interesses da carne. 
Richard Baxter

quinta-feira, 15 de março de 2012

Livro de Livre Interpretação?

Um livro de livre interpretação é incapaz de conter
verdades absolutas.
A Bíblia não é um livro de livre interpretação! Apesar de muitos crerem desta forma, a própria estrutura, na qual se apoiam os textos sagrados, ressoa gravemente a falha lógica de argumentar que este livro pode ser interpretado de qualquer forma. 
Ora, se a Bíblia fosse, realmente, um livro de livre interpretação, então seria como um amontoado de versículos sortidos, onde o versículo anterior não tem relação nenhuma com o que lhe procede e, isto, de maneira nenhuma pode ser verdadeiro, pois não poderíamos conhecer a história bíblica desse modo. 
Se a interpretação for livre, quem sabe por quais caminhos a mente humana nos fará caminhar? Encontrará alusões ao acidente de trânsito ocorrido em nossa esquina, à morte prematura de nosso vizinho e até ao acúmulo de riquezas terrenas desejadas por qualquer ser humano. Aliás, existe alguém que não gostaria de ter ou receber um pouco mais do que recebe, hoje em dia? É, exatamente, por esse motivo que temos uma gama de pessoas alegando que o objetivo da vida cristã é ser próspero, no sentido de ficar rico! E isso tudo, segundo o que leem e da forma como interpretam as Escrituras. No entanto, quem se propõe a ler as Escrituras de gênesis à apocalipse pode, facilmente, constatar que este nunca foi o propósito dos textos bíblicos... 
Nenhum livro deve ser interpretado segundo os pré-conceitos oriundos do leitor, pois, de modo nenhum, refletiriam o pensamento do autor. 
 O único modo de descobrirmos qual foi o objetivo do autor ao escrever um determinado livro, está no fato de analisá-lo, despindo-se de todas as idiossincrasias que possuímos, mergulhando nos textos a fim de tentar compreender, mesmo que simploriamente, a mente do autor. 
Só assim podemos compreender qual é a proposta do livro, segundo o raciocínio do autor. No entanto, se analisamos o livro segundo nossos próprios conceitos, interpretaremos os textos segundo nosso padrão de raciocínio, sem levar em consideração coisas básicas como o vocabulário da época, a cultura na qual o texto está inserido, o valor das expressões idiomáticas no contexto original, entre outros inúmeros argumentos que são melhores elucidados na obra de Roy Zuck, quando ele se refere aos abismos que estamos propensos a enfrentar ao ler, por exemplo, os textos bíblicos.  
Ora, se pudermos concordar que a mente humana é incapaz de conceber o que é certo para si pela simples análise da maioria das nossas decisões, como poderíamos ser capazes de ler um texto de livre interpretação e, por fim, obter dele, como resultado, a melhor resposta? Apenas através do acaso, chegaríamos a algum tipo de resposta aceitável. 
Além dos fatores acima descritos, poderia citar apenas mais um que considero de extrema importância e que deve ser levado em consideração com relação à livre interpretação da Bíblia. 
A livre interpretação, na maioria das vezes, adequa o pensamento bíblico a nossa forma de ler e interpretar as Escrituras, fazendo com que o texto reflita o que desejamos que ele diga ou, pelo menos, o que o fruto do nosso raciocínio elaborou. Geralmente, o texto se alinha ao modo de pensar e agir do leitor que faz a interpretação livre, mesmo que este obtenha como resposta aquilo que ele necessita corrigir. Se as Escrituras, sempre que as lermos, retornarem como resposta padrão o fruto do nosso raciocínio, se não há em suas páginas nada que seja contrário ao nosso modo de pensar, este livro é desnecessário e tende à inutilidade. Se a resposta do livro concorda com nossos pensamentos em gênero, número e grau, para que devemos lê-lo se o mesmo não nos acrescenta nada? O que o torna indispensável se ele apenas reflete o que já está enraizado em nós? Se tudo o que lemos perfaz o nosso modo de pensar e agir, não há razão para ler o livro, pois nada nos acrescentará! 
Somente é aproveitado pela nossa mente o livro que nem sempre se alinha com nosso modo de pensar e agir, livro este que nos contraria e nos faz refletir, que nos lembra que nossas decisões precisam ser limadas, que nossas linhas de ação definidas são imperfeitas e imprecisas, recordando ao leitor aquilo que não perfaz a sua decisão óbvia. 
Vou mais além, somente um livro que expressa verdades absolutas tem profundo significado para qualquer ser humano, pois aquilo que é relativo tem apenas valor geo-temporal, é válido para um determinado local e refere-se somente a um tempo pré-definido. A nível cultural é excelente, mas para pouco se aproveita. No entanto, se a verdade ensinada é imutável, se o princípio aprendido é capaz de desvendar os mistérios da mente humana, descrever aspectos tão singulares do comportamento humano e elucidar questões universais, este livro, sim, deve ser respeitado, levado a sério e ser objeto de estudo que norteia nossas ações. 
Um livro de livre interpretação é incapaz de responder às verdades absolutas, mas se o livro não é de livre interpretação, antes perfaz a expressão de vontade, revelação, consciência e sabedoria superiores a quaisquer outras estudadas, este livro, sim, pode revelar verdades absolutas se compreendido a partir daquele que revela a singularidade dos textos.
Escrito por Ricardo Inacio Dondoni

quarta-feira, 7 de março de 2012

Agentes da salvação ou da condenação?

Dia após dia o evangelho é pregado, mas como tem sido feita esta pregação? Talvez, a melhor pergunta faça referência ao que pregamos e com que intensidade se repete. 
De forma simplista, podemos definir o resultado da pregação por intermédio de dois conceitos: a salvação e a condenação.
A anunciação do evangelho só permite ao homem crer e ser salvo ou não crer e permanecer condenado. Não existe a opção de permanecer em cima do muro sem tomar nenhuma decisão acerca daquilo que foi anunciado. Desde Adão, quando o homem resolveu optar por pecar, tomando a decisão por si só, ele passou a arcar com as consequências de sua decisão. Quem é capaz de tomar suas próprias decisões, deve, também, arcar com as consequências dela. E assim é desde o princípio dos tempos. No entanto, se resolvemos falar acerca da anunciação de evangelho, de fato, o que anunciamos? Como anunciamos? E, talvez, o mais importante quem o anuncia? O intelecto humano ou o poder do Espírito?
São tantas as preocupações diárias que muitos relegam a 2º plano a busca por uma vida em santidade, a oração e o jejum, quiçá o Jejum que Isaías afirma, veementemente, que todos deveríamos buscar, expresso no capítulo 58.
Sobre a pregação, anunciamos a salvação aos que se rendem ao evangelho, mas condenação aos que dão as costas a mensagem da salvação, pois todas as vezes que anunciamos a vinda do filho do homem para salvar o homem perdido, anunciamos o juízo vindouro tornando todos os homens indesculpáveis perante Deus. Aliás, segundo Romanos todos já somos indesculpáveis, somente estamos a agravar e avultar a natureza da ofensa. É interessante ressaltar que mesmo assim, com um resultado tão controverso, fruto da pregação, o evangelho ainda nos chama de "...o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem" (2ª Co 4.4). 
Penso que o resultado final de nossa pregação ao mundo, o anuncio da salvação ou da condenação possa ser  influenciada pelo que se vê em nós, a respeito daquilo que professamos viver! Quão mais perto de Deus conseguirmos andar, quanto menos atrapalharmos a ação do Espírito Santo em nós, mais fácil será que a mensagem toque o homem em sua plenitude (intelecto, coração, mente, alma, espírito, músculos, etc) e este venha a optar pelo caminho da lucidez, vindo a ser salvo.
É importante que estejamos cientes de que todo cristão é responsável por anunciar o evangelho. E que fazemos isto, diariamente, intencionalmente ou não, e que nossas ações, omissões e atitudes falam por nós, mesmo que nenhuma palavra venha a ser proferida. 
Quanto a mim, desejo que esforcemo-nos diariamente para que não estejamos, simplesmente, condenando o mundo, tornando mais fácil a não aceitação do evangelho, mas que possamos permitir que o Espírito Santo, dia após dia,  nos torne a semelhança daquele que professamos seguir, de modo que possamos ser como a luz e o sal que pela sua presença no ambiente transforma a própria realidade. Que possamos ser usados mais vezes como agentes da salvação, ao invés de agentes da condenação do mundo.
Escrito por Ricardo Inacio Dondoni

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